8 verdades sobre a classe C digital, segundo a WMcCann

agosto 31, 2011 at 3:00 pm Deixe um comentário

Estudo identifica os propósitos de uso da internet pela classe C e conclui: nossa visão está distorcida.

Simone Reis

Classe C: quem bate o martelo não são as marcas, mas as pessoas

São Paulo – Inspiração, hábitos saudáveis, construção de uma boa imagem e promoção de igualdade social. De acordo com o estudo “Emerging Consumer: 8 verdades sobre nossa visão distorcida”, da WMcCann, esses são alguns dos motivos pelos quais a classse C navega pela internet.

A pesquisa, baseada em 3.050 entrevistas feitas em 26 cidades de cinco países (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica e México), abordou os diferentes usos da internet para gerar renda, crescer profissionalmente, criar os filhos, cuidar da beleza e da aparência, construir uma boa reputação social, melhorar as finanças, incrementar a saúde e o bem‐estar, mudar o status quo e o que está errado na vizinhança.

Segundo o estudo, os consumidores emergentes que usam a internet formam uma nação com mais de 80 milhões de usuários na América Latina. A presença da banda larga em seu meio já é uma realidade, com uso médio semanal de internet bastante elevado.

A pesquisa concluiu oito pontos:

1 Marcas inspiram, mas quem bate o martelo são as pessoas

Em relação a beleza e aparência, enquanto marcas são o agente que melhor proporciona inspiração, as pessoas comuns e seu endosso são a melhor fonte para validação (para ter certeza de que está na moda).

2 Comprar bem é a bela, gerenciar é a fera

O brilho ofuscante de uma compra bem feita deixa os consumidores emergentes “cegos” diante das outras possibilidades da internet para ajudar em suas finanças. Gerenciar o dinheiro, por exemplo, assusta e afasta as pessoas.

3 A internet está tornando o sonho de Che Guevara real

O aumento do uso da internet promove igualdade social de forma mais rápida do que o aumento na renda e da qualidade da educação.

Atualmente, o nível de maturidade no uso da internet pela classe média tradicional e pela classe média emergente é bastante parecido. Ambos os segmentos estão na adolescência do uso, sendo as atividades mais frequentes a comunicação, o lazer, a interação e o compartilhamento.

4 “Faça você mesmo”: uma cultura em formação

O consumidor emergente está desenvolvendo um alto nível de autonomia e independência no mundo digital. Isso mostra que há uma cultura do “faça você mesmo” em formação, pois ele tem a percepção de que diversas ferramentas estão disponíveis para tudo de que precisa.

Com esses dados, percebe-se que as marcas ainda não encontraram um modo de se fazer indispensáveis na internet.

Veja aqui o restante da lista.

Fonte: Exame.com

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